Roteiro moderno do excursão no Brasil: ecoturismo e recreação



Embora o Brasil tenha potencial turístico excepcional, enfrenta desafios estruturais que limitam seu desempenho no cenário internacional. O relatório de competitividade em deslocamentos e excursão de 2013 apontou que a infraestrutura de transporte terrestre do país estava em centésimo vigésimo nono lugar e que a qualidade das estradas figurava entre as piores avaliadas, refletindo décadas de baixo investimento. O transporte aéreo foi classificado na centésima trigésima primeira posição, com problemas de conectividade e serviços, e muitos aeroportos regionais operando acima da capacidade. Além disso, a competitividade de preços foi baixa, em parte devido a elevados impostos sobre passagens, tarifas aeroportuárias, combustíveis e custos operacionais. Esses gargalos elevam o custo das excursões, reduzem o fluxo de forasteiros e tornam roteiros concorrentes como Chile e Costa Rica mais atrativos.

Problemas de segurança


A segurança pública e a percepção de violência urbana também impactam a imagem do Brasil. Em 2008, o pátria ocupava a centésima vigésima oitava posição em segurança no ranking mundial, evoluindo para a septuagésima terceira colocação em 2013, o que evidencia progressos mas ainda mostra margem para melhora. Crimes como furtos, assaltos e violência urbana em grandes cidades geram notícias negativas e afetam a decisão de viagem de turistas forasteiros. A falta de fluência em idiomas estrangeiros entre profissionais de atendimento é outro obstáculo, pois dificulta a contato e a prestação de informações. Investimentos em capacitação de mão de obra, policiamento turístico, iluminação pública e tecnologia de monitoramento podem melhorar a percepção internacional e reduzir episódios que mancham a reputação do destino.

Projetos estruturais


As deficiências na infraestrutura turística vão além do transporte e da segurança. Em algumas localidades faltam serviços básicos de abastecimento de água, saneamento, coleta e reciclagem de resíduos, redes de telecomunicações e uma rede hoteleira adequada, fatores que comprometem a experiência do visitante. pontos turísticos rurais ou em áreas de conservação às vezes carecem de acesso pavimentado, sinalização turística e centros de informação. Muitos empreendimentos turísticos enfrentam burocracia excessiva e dificuldade para obter licenças e financiamentos. A falta de integração entre serviços de transporte, hospedagem e atrativos também gera inconvenientes para os turistas.

Planos de infraestrutura


O governo federal e os estados têm buscado soluções para superar esses obstáculos. O Plano Nacional de turismo inclui obras de ampliação e modernização de aeroportos, concessões de rodovias, investimentos em portos e incentivos para a aviação regional. Parcerias público-privadas e programas de financiamento, como o Prodetur e o Fungetur, incentivam investidores a construir resorts, parques temáticos, teleféricos e equipamentos culturais. Projetos de mobilidade urbana, como corredores de ônibus, linhas de metrô e sistemas de VLT, melhoram a circulação de turistas dentro das cidades. Planos de segurança incluem policiamento especializado, centrais de atendimento multilingue e campanhas de conscientização. Superar esses desafios é essencial para aqui que o Brasil se mantenha competitivo frente a destinos como México e Caribe e para que o crescimento recente se transforme em tendência duradoura.

Projetos estruturais


Outra barreira refere-se ao ambiente regulatório e fiscal. A alta carga tributária sobre passagens aéreas, pacotes turísticos e serviços de hospedagem encarece as passeios internas e reduz a competitividade frente a locais internacionais. Taxas adicionais de embarque, combustível e leasing aeronáutico compõem uma estrutura de custos que recai sobre consumidores e operadores, limitando ofertas promocionais. Simplificar tributos, reduzir burocracia, incentivar a concorrência e revisar normas que dificultam a entrada de novas companhias aéreas são medidas que podem estimular o mercado e diminuir tarifas.

Modernização turística


Há também a necessidade de adotar técnica e inteligência de dados para gerenciar fluxos turísticos. Plataformas digitais podem integrar reservas de transporte, hotelaria e atrativos, monitorar a capacidade de carga de destinos e distribuir forasteiros por diferentes horários e regiões. A digitalização de processos de fiscalização, licenciamento e captação de dados sobre viajantes possibilita planejamento mais eficiente e políticas públicas baseadas em evidências. O investimento em capacitação profissional, com cursos de idiomas, atendimento intercultural e hospitalidade, contribui para elevar a qualidade dos serviços e a satisfação do turista.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *